terça-feira, 29 de dezembro de 2015

MAIS UM POUCO DO ACANATAL

 Agora que já não deve ser surpresa para muitos e esperando que desta vez todo o correio tenha chegado até ao seu destino pois todas as moradas foram correctamente colocadas com o código postal todo certinho, ficam então aqui algumas imagens dessa actividade de sábado e que não tinha sido colocada anteriormente de propósito. O combinado era mesmo ser surpresa, mas muitos estavam desertinhos por contar aos pais.
Esperamos que tenham gostado desta pequeno gesto dos vossos filhotes. Muitos deles nem sabiam o que era um postal, o que se escrevia nele , nem onde se colocava depois de escrito e colado o selo.
assim todos tiveram oportunidade de o fazerem , uns pela segunda vez e outros pela primeira vez.









E como não podia faltar também escrevemos um postal para a Beta que não foi porque teve de estar sem falar :) :) e a alcateia enviou este miminho.


E ainda houve uma surpresa para todos os chefes do 1243, até mesmo para a envolvida na realização da mesma.  Importante é que tenham pelo menos esboçado um sorriso quando o receberam.












Agora para se divertirem um pouco e porque alguns dos lobitos devido ao cansaço do dia e ao tardar da hora não conseguiram estar acordados para assistir e ver o bebé Balu, assim podem ver agora na companhia dos pais e divertirem-se um pouco em família. 


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

UM POUCO DO ACANATAL

Foi na Cidade de Coimbra que fizemos mais um Acanatal entre os dias 18/20 de Dezembro.
Foi um fim de semana muito preenchido por diversas actividade. Fomos ao  Mosteiro de Sta Clara, Portugal dos Pequenitos, Eucaristia,  Salão Nobre da Camara Municipal de Coimbra.
Regressámos a  Campo para preparar o Fogo de Conselho, jantar  e  descontrair um bocadinho com os amigos.
No final do dia já o cansaço era tão grande que muitos acabaram o Fogo de Conselho a dormir.
Após umas horitas de sono , lá nos levantámos, arrumámos logo tudinho para depois de um bom pequeno almoço voltarmos a Coimbra para o Raid por famílias .
A meteorologia ainda nos trocou as voltas mas mesmo assim conseguiu-se fazer de tudo um pouco.
No final do dia regressámos todos a Lisboa, cansados mas felizes, pelo menos foi o que os nossos Lobitos disseram na sua avaliação.
Ficam aqui apenas uma ínfima parte das MUITAS fotos que os Lobitos têm e que poderão  adquirir posteriormente.

Boas festas a todos os nossos Lobitos e às suas famílias.
Não esquecer de fazer o trabalho no caderno de caça, faz sentido fazer já, porque daqui a 15 dias as lembranças não estarão tão presentes.


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

É SEMPRE NATAL!

Melhor do que muitas palavras, são as imagens e ainda melhor quando estas imagens são feitas e embelezadas pelos nossos lobitos no seu caderno de caça.  Assim, é através delas que toda a equipa de animação da Alcateia vos deseja um Feliz Natal 



Em relação ao Acanatal esperem mais um pouquinho. Assim que possível serão colocadas também algumas fotos.

PAIS OBRIGADA PELOS VOSSOS COMENTÁRIOS AQUI NO BLOGUE. 
PENSO QUE MUITOS DE VÓS ENTENDERAM A MENSAGEM QUE AQUI FICA MUITO "MAIS À MÃO" QUANDO UM DIA MAIS TARDE QUISEREM RELEMBRAR. 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PARABÉNS

Hoje é dia de festa para o Coruja Inteligente. Deve estar muito feliz , pois além de fazer anos ainda vai para uma Grande Caçada.
Desejamos que tenha um dia memorável. 
Beijinhos de toda a equipa de animação. 


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

VALE A PENA LER E REFLECTIR

Um pequeno alerta para meditar... porque O IMPORTANTE SÃO OS JOVENS:
Porque inscrevemos os nossos filhos nos escuteiros? Não ficaria mais “barato” um ATL?
As respostas podem ser as que cada um quiser dar, na certeza que o escutismo pretende levar a educação à vida e não a vida à educação. E portanto é absolutamente inconcebível o escutismo em meio fechado… não se faz escutismo em sede...faz-se na vivência livre e real.
A verdadeira sede é o ar livre, a natureza, a comunidade, a aventura… para poder vir à superfície a essência e o espirito crítico de cada jovem, o seu infinito potencial de crescimento e desenvolvimento, hoje tão atrofiado pelas redomas em que vivemos.
É na natureza, através da vida no mundo, do homem, dos acontecimentos, do desconhecido que a criança terá a possibilidade de crescer, de avaliar a diferença entre aquilo que ela é e aquilo para onde tende. Perceber o que é, o que são os outros… e aquilo que quer vir a alcançar/ser.
“… não foi apenas para vos divertirdes e correr aventuras que vos fizestes escuteiros capazes e hábeis, mas que, tal como os pioneiros, exploradores e fronteiros que ides imitando, vos estais preparando para servir a vossa Pátria e serdes úteis aos outros que poderão precisar de auxílio. Tal é a aspiração dos melhores entre os homens…”
Sendo um objectivo do escutismo a cidadania, é necessário fechar as portas da sede e tão cedo quanto possível dar a cada um o hábito e gosto pela vida em patrulha, em grupo e, na última estância, em comunidade.
Tem riscos? Talvez, mas menos riscos, físicos e psicológicos, que a inactividade em frente a um televisor ou consola. Começam a surgir os primeiros estudos de crianças que contraem lesões mais graves com acidentes menores… porque não se desenvolvem fisicamente.
Tem riscos? Menos que aqueles que advém de horas seguidas a assistir a cenas de violência gratuita, física e psicológica nos “muito pedagógicos” programas televisivos e jogos. Começa-se a perceber que o Bulling não tem razão apenas no agressor, mas também em grande medida, na fragilidade da criança que vive fechada numa redoma de super protecção e menos nos seus “handicaps” físicos naturais… começam a surgir evidências de jovens que não sabem decidir por eles, mas pelo que vêem enquanto sentados nos sofás.
Tem contras? Mas menos que aqueles de lhes cortarmos as asas com as fraquezas das nossas inseguranças. E não, não lhes vamos dar aquilo que nós não tivemos dos nossos pais, mas aquilo que em consciência lhes mostra valores e sentido do outro, da vida em comunidade/patrulha, além de nós, de cada um.
O escutismo não se faz na sede… Na sede as crianças não se formam como escuteiros. A aventura da vida faz-se na vida, na vivência em liberdade onde o “eu” tem de ser confrontado com o mundo, com a realidade, com a frustração, com os desafios. Onde a criança cresce e aprende experimentando e sobretudo vivendo, escolhendo, criando, criticando… num “espaço” controlado pelo adulto.
Então pai/mãe, porque é que devo ficar em casa quando os escuteiros vão fazer uma actividade lá fora? Vão experimentar para a vida?
Uma pequena questão feita a um pai por um jovem:
Se me inscreveste no escutismo porque confias, acreditas que o movimento pode ser uma contribuição importante (às famílias), pela sua missão educativa entre as crianças, os adolescentes e os jovens…
Então porque é que, quando não correspondo às espectativas, por exemplo chumbo num teste, tenho um comportamento menos adequado… o castigo é impedir-me de participar numa actividade dos escuteiros?
Então o castigo é interromper a minha educação?
Um dos momentos mais assustadores da minha vida foi quando o meu filho de 8 anos foi com o agrupamento para os Açores. Uma semana sem contacto, sem uma palavra dele, com pessoas que na altura mal conhecia. Era uma decisão acertada permitir a sua ida?
A experiência mais rica da minha vida de pai, foram os anos seguintes, até hoje 12 anos passados, onde aprendemos tanto com a alegria mágica que ele nos transmitiu, nos seus relatos, no seu aprendizado, na sua vivência. Não, não nos limitámos a perguntar como correu, como se sentiu ou o que sentiu… isso era o que menos importava… realmente importante foi o diálogo das palavras e dos silêncios, a partilha das suas experiencias e a vivência da alegria e do crescimento que conseguimos sentir nele e com ele… Realmente fundamental é crescer a seu lado…
E isso só é possível se sairmos da nossa sede de paredes frágeis… se lhes permitirmos asas, ainda que com controlo remoto, que mais que educação para a vida, lhes ensine a viver vida.
Alerta para servir.
João Oliveira

Ficam aqui alguns momentos de há muitos anos atrás para percebermos o quanto cresceram: