terça-feira, 19 de agosto de 2014

PORQUE O IMPORTANTE SÃO OS JOVENS...

PARA MEDITARMOS... com MUITA seriedade (8):
UMA QUESTÃO DE “ENSINO”/EDUCAÇÃO
«Se o Serviço se tornasse o objectivo principal da nossa educação em vez da personalidade, despertaria no mínimo igual interesse entre os alunos, e o resultado seria um mundo muito diferente para vivermos.
O nosso ensino faz-se principalmente através do exemplo, e os nossos dirigentes devem dá-lo na perfeição, na dedicação patriótica de si ao serviço do rapaz, meramente pelo prazer de o fazer, sem pensar em qualquer recompensa material.
Os jovens são ensinados, começando com o elementar “ajudar a mãe” da parte dos lobitos, passando pela Boa Acção diária e pelo estar preparado para salvar vidas por parte dos escuteiros, até à prática regular de Servir os outros por parte dos caminheiros.
O ensino do Serviço não é apenas uma questão de ensino teórico, mas sim o desenvolvimento de duas fases distintas, a saber: a interiorização do espírito de bem-fazer; e o dar oportunidades para que ele se exprima na prática». (DERIVAS 8 - B-P's Outlook)

ASSIM SENDO:
“O Escuteiro deve ser activo “Fazendo o Bem” e não passivo “Sendo Bom”.
É seu dever auxiliar os outros e mostrar-se generoso para com eles”» (Powell, 1908: 257)…
«É nesta perspectiva de pensar no próximo, em ser-se solidário e amigo que surge a “Boa Acção” (B.A.)... A B.A. cria o reflexo de pensar nos outros, a aptidão para ver o que lhes falta e a prontidão, fonte de grande alegria, em fazer por eles o que nos é possível. Muitos escuteiros chamados a um serviço de maior responsabilidade, confessam que a prática da B.A. esteve na origem da sua vocação» (Forestier, 1993: 48).

FICANDO, PORTANTO, PARA REFLEXÃO:
«A Educação [idealmente] consiste em levar o homem a tornar-se cada vez mais homem, a PODER SER MAIS e não só a PODER TER. Consequentemente, a que, através de tudo o que tem e de tudo o que possui, saiba ser mais plenamente homem com os outros e para os outros. [No entanto] A sociedade de hoje preocupa-se muito com o “fazer” e o “saber fazer”; com o “ter” e o “saber enriquecer”; com o “prazer” e o “saber gozar”…MAS… DARÁ IGUAL IMPORTÂNCIA AO “SER” E AO “SABER SER”?» (Veiga, 2003: 11)

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